Conheça as cidades com custo de vida mais elevado

Um estudo da EIU Report, publicado na quarta-feira, listou as metrópoles mundiais onde o custo de vida é mais elevado.

O Índex de Custo de Vida Global, elaborado anualmente pela Economist Intelligence, regista o custo de vida em 173 cidades, comparando os preços de mais de 200 produtos e serviços. Os dados são recolhidos por especialistas desta instituição em março e setembro de cada ano.

A cidade israelita de Tel Aviv escalou ao topo da lista pela primeira vez – estando previamente posicionada no quinto lugar da mesma – e ultrapassando o líder prévio, Paris, que partilha agora o segundo lugar com Singapura.

Nas seguintes posições, seguem-se Zurique e Hong Kong – no quarto e quinto lugar, respetivamente –  tendo partilhado o primeiro lugar com Paris em 2020.

No resto do ranking constam Nova Iorque, Geneva, Copenhaga, Los Angeles e Osaka.

Devido às constante mudanças na procura por parte do consumidor, bloqueios aos transportes de mercadorias, assim como uma cada vez mais galopante inflação, o custo de vida geral no mundo tem notado um inegável aumento.

Como evidencia a CNN, o estudo da EIU explica a posição de Tel Aviv com aumentos nos preços de bens de consumo e nos transportes, assim como peso que a moeda local (Shekel israelita) detém face ao dólar americano.

O Índex é feito tendo Nova Iorque como ponto de referência. Isto faz com que cidades com moedas mais fortes que o dólar americano costumem estar posicionadas no topo da lista.

Enquanto os primeiros lugares costumam ser dominados por cidades europeias e de zonas desenvolvidas da Ásia, o fim do ranking tem sido preenchido por cidades do Médio Oriente, África e zonas asiáticas pouco desenvolvidas.

A cidade com a maior subida na lista foi Teerão, no Irão, que passou do 79.º classificado para a 29.ª posição, uma vez que as sanções impostas pela UE ao país resultaram em escassez de produtos e, por sua vez, preços elevados.

A pandemia atual, segundo a EIU, fez com que os preços analisados pelo organismo notassem um incremento de 3,5% neste ano, em contraste com o aumento de 1,9% em 2020.

Observador h 1 mês