Sonhar é permitido, independentemente da idade?

A autoestima consiste na forma como nos valorizamos a nós próprios. Ainda que a sua ausência não seja categorizada como uma doença do foro mental, há relações claras entre a maneira como nos percecionamos e a saúde psicológica. Pode parecer cliché, mas a verdade é que quando não gostamos de nós, dificilmente nos sentimos bem.

A falta de autoestima tem um impacto extenso na forma como encaramos a vida: interfere na capacidade de reconhecermos as nossas virtudes, na forma como enfrentamos desafios diários, na maneira como gerimos problemas e traumas do passado, na delicadeza com que cuidamos de nós, interferindo ainda na crença de que somos, ou não, merecedores de felicidade. Como resultado, somos o nosso próprio travão na busca por uma vida melhor, seja a nível individual, relacional ou profissional.

Vejamos o caso de Georgina Costa: com falta de dentição no maxilar superior e inferior, durante muito tempo não se sentiu capaz de sorrir – o derradeiro símbolo do bem-estar. Isolada, o desconforto em confrontar-se com terceiros – mesmo com um trabalho que envolvia atendimento ao público, num cabeleireiro – fez com que se isolasse e se sentisse marginalizada. Sentia-se triste. O seu sonho, nas suas palavras, era ter "uma boca bonita", que lhe permitisse sorrir e falar com e à-vontade.

https://www.youtube.com/watch?v=Q8HPlhm7uRs&feature=youtu.be

Vários estudos, nos últimos anos, vieram já relacionar problemas dentários a questões de saúde mental, sendo esta ligação descrita como sendo um círculo vicioso, que se retroalimenta. É preciso agir, de forma que seja quebrado. O primeiro passo é cuidar da saúde física. Mas e quando as condições financeiras não o permitem?
Um parceiro na altura certa
Voltemos, novamente, à Georgina Costa. O seu desejo foi concretizado, com a ajuda da Cofidis: foi-lhe concedido um Crédito Saúde e Bem-Estar para apostar na sua saúde no valor de 8.950 euros para a colocação de implantes dentários, que lhe devolveram a qualidade de vida e a autoestima. Um crédito feito à medida das suas necessidades, flexível no montante, mensalidade e prazo de pagamento – e, muito importante, sem surpresas e com toda a proteção que desejar.

Mas não só: um crédito que garante o apoio e atenção a todos os clientes. Que considera as suas circunstâncias e se ajusta aos seus contextos. É também o que explica Georgina Costa: consciente das dificuldades provocadas pela pandemia a tantos portugueses, a Cofidis contactou-a, no sentido de perceber se necessitava de apoio em qualquer problema que surgisse.

Georgina Costa, uma das caras das Histórias com Créditos da Cofidis, pediu um crédito, recebeu-o e hoje sorri para a vida. Sente-se feliz.

Observador Lab h 10 dias